segunda-feira, 14 de abril de 2014


ORIENTAÇÕES CNG 




O CNG/FASUBRA, reunido em 10 de abril, dia em que a greve completa 25 dias, após amplo
debate no qual foram apresentadas diversas posições, aprovou a seguinte resolução.
 

Considerando: 
Que a greve da categoria segue forte com mais adesões nesta última semana demonstrando 
que os trabalhadores das universidades têm disposição de luta confirmando que temos um 
movimento paredista consolidado na base da FASUBRA. Mesmo com a pressão institucional, 
via AGU e MPF, sobre o movimento. 
Que o movimento paredista venceu a primeira fase da greve no sentido de se consolidar na 
maioria das universidades abrindo agora uma segunda fase na qual a palavra de ordem central 
é queremos NEGOCIAÇÃO DE VERDADE. 
Que o CNG/FASUBRA caracteriza que a nossa pauta tem um conjunto de itens cujo interlocutor 
central é a ANDIFES, e um conjunto de itens centrado no governo federal. E, tanto a ANDIFES, 
como o MEC e MPOG, apresentam uma postura intransigente quando não recebem 
representação do movimento para abrir negociação, ao mesmo tempo em que o governo é 
solícito em repactuar contratos com as empreiteiras da Copa e comprometer metade do 
orçamento com o pagamento de juros da dívida pública, mas não há sensibilidade em valorizar 
os trabalhadores das universidades federais que recebem hoje o menor salário do 
funcionalismo público federal.
 Que para abrir negociações com o governo não há outro caminho que não seja o de 
fortalecimento do nosso movimento na base, construir atos que deem visibilidade a greve, 
inclusive com ações contundentes e radicalizadas. 


Que é necessário destacarmos a luta nos hospitais universitários com orientação nacional para 
construção de um calendário especial de mobilização em defesa do SUS e contra a EBSERH. 
Que também é necessário construir um grande ato nacional com caravana e acampamento da 
FASUBRA em Brasília nos dias 06 e 07/05, sendo o dia 06 centrado especificamente em 
atividades da Greve da FASUBRA, e o dia 07 com atividades próprias e também gerais, dentre 
as quais participando da caravana do funcionalismo público federal com o objetivo de 
pressionarmos o governo a abrir negociação em relação a nossa pauta. 
Por último, o CNG se coloca à disposição das entidades que necessitarem de apoio para 
solução de conflitos estabelecidos com as instituições em virtude da deflagração da greve. 

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