quinta-feira, 3 de abril de 2014

Ainda bem que a cada dia encontramos pessoa novas aderindo a nossa greve!
São pessoas conscientes!

  
Fotos Ilustrativas de movimentos passados mas, ainda vivos hoje!



SOBRE NOSSA GREVE.

Hoje estive no MEC representando a FASUBRA em conjunto com os bravos companheiros do ANDES e da ASUNIRIO, o tema era a crise do hospital universitário. Segundo o relato dos companheir@s da UNIRIO o curso de Medicina não fechou por conta de um voto no colegiado tamanha à crise causada por falta de recursos, pois a política do MEC é destruir os hospitais que não aderirem a EBSERH.

Resposta do MEC ao final da reunião: EBSERH ou MORTE!


Segundo pesquisa IBOPE:

65% da população reprovam a política do governo para a educação e 77% reprovam a saúde.Essa mesma pesquisa demonstrou que aprovação do governo Dilma caiu 7 pontos.

O espantoso diante dessa conjuntura momentânea são companheir@s da nossa base fazer campanha de contra informação sistemática contra a greve que estamos construindo... Como se não tivéssemos nenhum motivo para lutar! Essa ação ajuda o governo a derrotar a nossa greve e joga insegurança na categoria. 

Quero dizer a tod@s àqueles que estão construindo a greve que estamos diante de uma grande oportunidade histórica. A disposição de apoiar e construir lutas que está flutuando no imaginário social nos ajuda!

Nós somos responsáveis pela formação dos melhores profissionais dos mais variados ramos do mundo do trabalho e pelo funcionamento das melhores instituições de ensino superior do país. Garantindo o ensino e a produção cientifica brasileira através da pesquisa e extensão... Contribuímos para a qualificação da cultura do povo brasileiro, mas o governo nos paga o pior piso salarial do funcionalismo publico, um salário mínimo e meio. 

Recebemos o mais baixo valor no auxilio alimentação e no auxilio pré-escolar entre trabalhadores dos três poderes. E sofremos na pele o assedio moral e as terceirizações como política de gestão, para o governo somos “bucha de canhão” do processo de “expansão precarizada” das universidades.

Por isso tudo há milhares de pessoas decididas a lutar por dignidade em praticamente todas as universidades federais desse país... Saúdo a deflagração da greve dos companheir@s da UFMG marcada para o dia 07/04, entre as IFES gigantes estava faltando os companheiros de Minas.

A bola está com o governo, pois nossa greve desafia e cresce!

Quantos pontos mais o governo está disposto a perder nas pesquisas para derrotar a nossa greve?

Gibran Jordão

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