segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Professores da UFSCar decidem encerrar a greve nos três campi da instituição



Do UOL, em São Paulo

Os professores da UFSCar (Universidade Federal de São Carlos), em São Paulo, decidiram encerrar a greve na instituição durante assembleia realizada nesta segunda-feira (6). Segundo Luiz Carlos Gomide, diretor da ADUFSCar (Associação de Docentes da UFSCar), a reitoria da universidade já foi comunicada da decisão e cabe à ela organizar um calendário de retorno. A greve na UFSCar começou no dia 18 de junho.

"O fato dos professores voltarem não faz as aulas voltarem necessariamente, pois parte das atividades depende dos técnicos e funcionários em geral que ainda estão em greve", afirmou Gomide. Os servidores técnico-administrativos têm uma reunião marcada com o Ministério do Planejamento nesta segunda. 
A assembleia de hoje contou com a participação de 53 professores dos três campi: Araras, Sorocaba e São Carlos. Foram 43 votos favoráveis ao encerramento da greve, quatro contrários e seis abstenções. "A assembleia está referendando o resultado do plebiscito realizado com cerca de 400 professores que indicou a saída da greve após o acordo com o governo", disse Gomide.
A ADUFSCar é filiada ao Proifes (Federação de Sindicatos de Professores de Instituições Federais de Ensino Superior), única entidade que assinou o acordo com o governo federal. O Andes-SN (Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior), o Sinasefe (Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica) e a Condsef (Confederação Nacional dos Trabalhadores no Serviço Público Federal) se recusaram a ratificar o acordo e pretendem continuar com a greve.

Ainda bem que existe ANDES, SINASEFE e CONDSEF.

Pelo jeito o PROIFES deixou o governo quase feliz!
Tânia

2 comentários:

  1. Ainda bem que existe o PROIFES...

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Realmente, senão, o que seria do Governo.

      aliás, o que será que acontecerá com o GT sem a participação dos professores? isso me lembra os 4% do ano passado...

      Cada um pensa como melhor lhe convém e nós respeitamos isso.

      Excluir